O que trouxemos para a FCL
As participantes regressaram com novas ferramentas, perspetivas e motivação. Almudena Ferro destaca a capacidade de “olhar para o nosso contexto e perceber os recursos existentes para os integrar na formação”, sublinhando o impacto da aprendizagem experiencial na motivação e na integração do conhecimento. Rute Machado reforça o contributo para a sua prática profissional: “Desenvolvi novas competências na conceção e facilitação de atividades centradas na pessoa, fora do contexto tradicional da sala de aula, utilizando espaços exteriores e ambientes informais de aprendizagem.”
Ambas salientam o potencial desta abordagem para os cursos internacionais da FCL, nomeadamente pelo aproveitamento dos espaços exteriores e culturais na envolvente da Fundação: jardins, espaços públicos e museus próximos. Esta mobilidade teve já impacto direto numa candidatura submetida após a experiência, que integrou contributos das metodologias aprendidas na Dinamarca. A médio prazo, poderá ainda impulsionar o desenvolvimento de novas ofertas formativas orientadas para a aprendizagem outdoor.
Para além dos ganhos profissionais, o contacto com a cultura dinamarquesa, e com o conceito de hygge e a filosofia do slow down, enriqueceu a dimensão intercultural da experiência, reforçando a abertura à diversidade e a motivação para continuar a inovar.